Coronel Tadeu retirou e quebrou placa que integra a exposição do Dia da Consciência Negra por considerá-la ofensiva a policiais

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Um ato reuniu deputados de diversos partidos da oposição para marcar a recolocação da placa sobre genocídio negro que integrava uma exposição sobre o Dia da Consciência Negra, mas foi retirada e quebrada pelo deputado Coronel Tadeu (PSL-SP).

A charge do cartunista Carlos Latuff que retrata um jovem negro algemado e um policial armado foi considerada ofensiva por Tadeu e outros deputados ligados a corporações policiais.

Ao lado da arte – ainda remendada onde foi quebrada – foi colocada uma nota: “a bancada negra sabe que essa charge não representa toda a corporação e respeita os policiais que não corroboram para essas estatísticas e trabalham em prol do povo brasileiro”.

A deputada Benedita da Silva (PT-RJ) ainda lamentava a truculência com que a placa foi retirada e cobrou respeito à exposição, uma iniciativa oficial da Câmara, que acontece todos os anos.

Ela esclareceu ainda que a charge não desrespeita policiais, mas ilustra texto com resultados de pesquisas sobre o genocídio negro. “Dados que mostram que o Estado tem assassinado a população negra”, destacou.

A placa cita o Atlas da Violência, editado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo aponta que homens jovens e negros são o perfil mais frequente das vítimas de homicídio e da ação letal das polícias no Brasil.

 

Notícias da Câmara

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O aumento da violência na sala de aula e as péssimas condições de trabalho são os principais fatores ligados ao afastamento dos docentes

Por: Mariana Lima

Uma pesquisa promovida pelo site Nova Escola realizada com 5 mil docentes, apontou que 60% dos professores se queixaram de sintomas de ansiedade, estresse e dores de cabeça.

Os docentes ainda acusaram sofrer de fraqueza, incapacidade ou medo de ir trabalhar (66%), e 87% dos entrevistados acreditam que os problemas de saúde são decorrentes ou intensificados pela profissão.

Outro levantamento, agora realizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), revelou que 71% dos 762 profissionais de educação da rede pública do país se afastaram da escola após episódios que desencadearam problemas psicológicos e psiquiátricos nos últimos 5 anos. Dados foram colhidos em 2017.

Entre os dados apontados, a maior incidência se apresenta em casos de estresse provocado por situações de insegurança; essa categoria detém 501 ocorrências, o equivalente a 65,7%. Logo em seguida vem a depressão com 53,7%.

Os dados do CNTE até pouco tempo atrás colocavam a perda de voz como campeã das doenças que afastavam os professores, no entanto, fatores como condições de trabalho e a agressividade dos alunos modificaram esse ranking.

Em junho de 2019, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (TALIS, no original em inglês). Utilizando um universo de 48 países, os professores brasileiros são os que recebem os piores salários.

A pesquisa revela que, além de terem o menor poder de compra, os professores brasileiros não apresentam diferenças salariais ao longo dos anos, em oposição a outros países estudados que colocam os aumentos salariais como parte de planos de carreira.

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) realizou em 2017 uma pesquisa que revelou que 51% dos professores da rede estadual já passaram por algum tipo de violência. Esse dado é maior que o registrado há três anos (44%).

Um estudo, do Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Paraná (UFPR) com 1.021 professores do ensino público no estado do Paraná, identificou a presença de pequenos distúrbios psíquicos em 75% dos entrevistados, depressão em 44% e ansiedade em 70%.

Os fatores que podem estar influenciando essas ocorrências são: a desvalorização do trabalho dos professores, desrespeito por parte dos alunos, baixos salários, salas superlotadas [a média é de 30 a 40 alunos por sala em escolas públicas], pressão por produtividade e cargas horárias exaustivas.

Pesquisadores do Grupo de Estudos Interdisciplinar sobre Violência (GREIVI) da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) – USP, desenvolveram uma cartilha para auxiliar alunos, professores, familiares, diretores e demais funcionários da rede de ensino em situações de violência no ambiente acadêmico. A cartilha “Violência Escolar: Ações de Intervenção e prevenção” também oferece sugestões para medidas preventivas que promovam uma melhora da saúde mental nas escolas.

 

Observatório do Terceiro Setor

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Educação

ESCOLA SEM PARTIDO

A estupidez da lei da Escola sem Partido atinge níveis alarmantes na sociedade. O crescimento das escolas cívico militares só demonstra que essas” pessoas” querem doutrinar os alunos com um pensamento único.
Assistam esse video do canal POLI HUMOR que satiriza quem acha que pode censurar a escola.
Se inscrevam no canal e compartilhem.

ASSISTA O VIDEO AQUI

 

 

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Estudantes da rede pública de Brasília participaram de debate na semana passada (6/11)

“A escola não é geradora de violência. Quando a polícia precisa ir para dentro da escola, isso significa que ela falhou fora da escola”afirmou a coordenadora do Comitê DF da Campanha e professora da UnB (Universidade de Brasília), Catarina de Almeida Santos, em roda de conversa na última quarta-feira (6/11), no Instituto Federal de Brasília – Campus São Sebastião.

O debate abordou, entre outros temas, a disciplina na escola, um dos supostos objetivos do processo de militarização das escolas. Na reflexão, foi pontuado como estamos confundindo medo com disciplina. A disciplina, diz Catarina, tem a ver com o respeito aos acordos feitos coletivamente para convivência em sociedade, quando a forma como agimos está baseada no respeito e não na obediência pelo medo. Um aluno questionou a educadora: eu vou aprender melhor se tiver alguém com uma arma perto de mim?

Além de representantes do SINPRO-DF (Sindicato dos Professores no Distrito Federal) e do centro acadêmico do curso de Pedagogia do Instituto Federal, professores e estudantes de escolas públicas de Brasília participaram de discussão sobre o processos de militarização das escolas públicas no Distrito Federal e no Brasil.

Segundo informações do Ministério da Educação (MEC), 16 Estados da Federação e o Distrito Federal aderiram ao Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares, instituído pelo Decreto Nº 10.004 de 5 de setembro de 2019, do presidente Jair Messias Bolsonaro. Ainda segundo o MEC, cerca de 650 municípios manifestaram interesse em aderir ao projeto, que tem como objetivo designar militares da reserva do Exército, das Polícias Militares e do Corpo de Bombeiros para colaborar com a gestão administrativa, disciplinar e pedagógica.

“O que se alcança pelo medo não é disciplina. O que precisamos desenvolver nos ambientes escolares e na sociedade é o respeito. A obediência por imposição não é respeito, é medo. E quando aquele que impõe o medo não estiver por perto, não haverá respeito às regras. Que disciplina é essa?”, questiona Catarina.

Mais de 60 alunos e professores compareceram. Grande parte deles são de escolas como CEF do Bosque, CEF São José e Centrão (CEM 01), escolas consideradas “militarizáveis” segundo a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, que faz a definição a partir de conjunto de dados de vulnerabilidade social e que tem metodologia contestada por entidades da sociedade civil como o SINPRO-DF, que aponta que os dados levantados pela secretaria não correspondem à realidade.

Os adolescentes mencionaram que regras rígidas, como a proibição de diferentes tipos de vestimenta e cortes de cabelo, criam um apagamento de individualidades, excluindo formas de expressão que nada interferem no processo de aprendizagem. Eles questionaram os educadores sobre isso. Um estudante falou que acha que a presença da polícia na escola vai gerar uma violência psicológica.

Um estudante sugeriu que, em vez de colocar a polícia na escola, os pais e as mães deveriam ganhar melhores salários para trabalharem menos e poderem acompanhar mais de perto o crescimento dos filhos e as atividades escolares, contribuindo para o desenvolvimento de valores disciplinares.

Professores também tiveram a palavra e, segundo a educadora, nenhum se pronunciou favorável ao processo de militarização. Uma professora colocou uma questão para todos refletirem, especialmente os estudantes. Segundo ela, por que não propõem militarizar as escolas privadas que atendem estudantes de classe média alta e, sim, as escolas públicas, que atendem os estudantes das periferias do Distrito Federal?

Entre as colocações dos presentes, a fala de uma jovem estudante surpreendeu Catarina. Registrado aqui de forma parafraseada, a jovem aluna disse: “Nós temos liberdade, mas não sabemos o que fazer com essa liberdade. Não estamos usando bem a liberdade que a gente tem, estamos abusando da liberdade, então precisamos da polícia para criar um muro e impor um limite. Existe um excesso de liberdade”.

Esse foi o argumento usado pela jovem para justificar sua posição favorável à militarização das escolas.

Ao público formado essencialmente por estudantes e professores de escolas públicas, Catarina, coordenadora do Comitê DF da rede da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, disse que educação e segurança são dois direitos sociais definidos pela Constituição Federal de 1988 e que é preciso compreender a função social da educação e da escola, assim como da segurança e dos profissionais que são responsáveis pela garantia desses direitos. Destacou que é preciso entender qual a função da Polícia Militar e do professor, e as condições que são dadas pelo Estado para que esses sujeitos possam desempenhar as suas funções e garantir os direitos dos cidadãos e cidadãs.

“A gente precisa dialogar e se perguntar: o que a gente entende por excesso de liberdade? Porque, na verdade, grande parte dos estudantes dessas escolas têm pouca liberdade, não excesso de liberdade. Para ter liberdade, você precisa ter condições de exercer essa liberdade. Grande parte dos jovens não têm essas condições pelo conjunto das violências que a sociedade impõe a essas pessoas a partir de suas condições raciais, sociais e econômicas”, relata Catarina.

Outras questões sobre os processos de militarização das escolas estão sendo debatidos por um grupo de trabalho proposto pela rede da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Estudos sobre os atributos majoritariamente excludentes desse processo, assim como um mapeamento do impacto dessa política educacional no país, serão publicados em breve no site da Campanha.

 

Campanha

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Parlamentares realizaram solenidade para celebrar aprovação de mudanças no sistema de aposentadoria

O Congresso Nacional promulgou, nesta terça-feira 12, a reforma da Previdência Social. O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), reuniu-se em uma cerimônia com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), os relatores da reforma nas duas casas, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) e demais líderes.

Após a assinatura de Maia e Alcolumbre, a reforma da Previdência entra para a Constituição como Emenda 103 de 2019. As mudanças no sistema de aposentadoria, portanto, entram em vigor a partir desta data.

Os parlamentares fizeram uma sucessão de discursos para exaltar as alterações incluídas na Constituição. O tucano Samuel Moreira afirmou que a reforma “corrigirá injustiças” e garantirá o benefício “especialmente aos mais pobres”. Tasso Jereissati, por sua vez, destacou que a reforma foi “um passo fundamental para que o nosso país possa deslanchar”.

Rodrigo Maia disse que o sistema previdenciário anterior ao aprovado beneficiava mais os ricos, que se aposentavam com menos de 60 anos com salários acima de 27 mil reais, basicamente no serviço público. Segundo ele, a votação desta reforma, portanto, reduzirá desigualdades.

Ele afirmou ainda que a reforma da Previdência é a primeira reforma de muitas e disse que a tributária deve ser prioridade nos próximos anos para o Congresso.

“A nossa economia, que muitas vezes os empresários falam tanto em liberal, em aberta, ela é fechada. E é também uma das reformas que, depois das outras, teremos que ter coragem de enfrentar. O brasileiro não pode pagar mais caro por produtos de pior qualidade para proteger as indústrias brasileiras. O Brasil precisa escolher onde investe”, disse.

Ao fim dos discursos, Davi Alcolumbre afirmou que o Brasil seguiria um “destino desesperador” se não incorporasse a reforma da Previdência com urgência. O presidente do Senado disse que, sem as alterações na aposentadoria, haveria um “apagão nos serviços do Estado”.

“Nosso déficit previdenciário total havia superado 290 bilhões de reais em 2018”, disse o senador. “Havia o risco de o governo não pagar os próprios funcionários já no ano que vem, e em 2023, projeções indicavam que a dívida bruta do governo ultrapassaria os 100% do Produto Interno Bruto. É inacreditável a capacidade de todos construirmos uma saída.”

Com a reforma, trabalhadores só poderão se aposentar quando completarem 65 anos, no caso dos homens, e 62 anos, no caso das mulheres, na iniciativa privada ou no serviço público federal.

Além da idade mínima, homens terão de contribuir por 20 anos, e mulheres, por 15 anos (mulheres), com exceção de quem estiver no setor público, em que o tempo mínimo de contribuição é de 25 anos para ambos os sexos. A reforma da Previdência acaba com o modelo de aposentadoria por tempo de contribuição, em que não era preciso ter idade mínima.

 

Carta Capital

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Neste domingo (3) será aplicada a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em mais de 1,7 mil cidades de todo o país. O exame segue no próximo domingo (10). Quase 5,1 milhões de candidatos estão inscritos na edição deste ano. Desses, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 2,4 milhões, o que representa quase metade do total, farão a prova pela primeira vez.

É importante, portanto, estar atento às regras para não correr o risco de ser eliminado, nem de perder a prova. Uma das primeiras medidas é verificar o local do exame, disponível na Página do Participante e no aplicativo do Enem, disponível para que possa ser baixado nas plataformas Apple Store e Google Play. O local de prova está no Cartão de Confirmação da Inscrição.

No dia do exame, é preciso tomar alguns cuidados. Antes de entrar na sala, os estudantes receberão um envelope porta-objetos, onde deverão guardar tudo que não é permitido na hora da prova. Esse envelope deve ser fechado e lacrado e deve ficar debaixo da cadeira até o fim da aplicação.

Neste ano, se qualquer aparelho eletrônico emitir algum som durante a prova, mesmo estando dentro do envelope, o participante será eliminado.

Candidatos estudam momentos antes do Enem na Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Fernando Frazão/Agência Brasil

A medida é novidade em relação às edições anteriores do Enem. A recomendação é que as baterias dos celulares sejam retiradas. Alguns aparelhos tocam o alarme mesmo desligados.

Já dentro da sala, cada participante receberá a prova e deverá conferir os dados no cartão de resposta e na folha da redação. A dica é destacar, com muito cuidado, o cartão-resposta e a folha de rascunho do caderno de questões, pois eles não poderão ser substituídos se forem danificados.

Nos dois dias de prova, os estudantes deverão estar nos locais de aplicação antes das 13h, no horário de Brasília, quando os portões serão fechados. A prova só começará a ser feita às 13h30, mas quem conversar a partir das 13h, será eliminado. Só é possível falar com o aplicador ou o fiscal de prova.

Para fazer o Enem, os estudantes passarão por uma revista. Lanches e artigos religiosos também serão vistoriados. Caso o participante não permita essa revista, também será eliminado. Na página do Enem, há uma lista completa de todas as atitudes que determinam a eliminação no exame.

Veja o que é permitido e proibido no Enem:

O que é obrigatório levar para a prova do Enem:

– caneta esferográfica de tinta preta e fabricada em material transparente;

– documento oficial de identificação, original e com foto. A lista dos documentos aceitos no Enem está disponível na internet.

O que é aconselhável levar para a prova:

Cartão de Confirmação de Inscrição

Declaração de Comparecimento impressa.

O que é proibido:

borracha

corretivo

chave com alarme

artigo de chapelaria

impressos e anotações

lápis

lapiseira

livros

manuais

régua

óculos escuros

caneta de material não transparente

dispositivos eletrônicos (wearable tech, calculadoras, agendas eletrônicas, telefones celulares, smartphones, tablets, iPods, gravadores, pen drive, mp3, relógio, alarmes);

fones de ouvido ou qualquer transmissor, gravador ou receptor de dados imagens, vídeos e mensagens.

Veja o que determina a eliminação:

Prestar declaração falsa ou inexata

Perturbar a ordem no local de aplicação

Comunicar-se, de qualquer forma, com pessoas que não sejam o aplicador ou o fiscal, a partir das 13h

Utilizar, ou tentar utilizar, meio fraudulento em benefício próprio ou de outras pessoas

Usar livros, notas, papéis ou impressos durante a aplicação

Sair da sala, a partir das 13h, sem acompanhamento de um fiscal

Sair da sala, definitivamente, antes das duas primeiras horas de prova

Não entregar ao aplicador o cartão-resposta/folha de redação e a folha de rascunho

Não entregar ao aplicador o caderno de questões, caso saia da sala definitivamente antes dos 30 minutos finais

Recusar-se a entregar ao aplicador o cartão-resposta, a folha de redação e a folha de rascunho após 5 horas e 30 minutos de prova, no primeiro dia, e 5 horas, no segundo dia, com exceção das salas com tempo adicional

Ausentar-se da sala com o cartão-resposta ou qualquer material de aplicação, com exceção do caderno de questões, ao deixar a sala definitivamente nos 30 minutos que antecedem o término das provas

Realizar anotações no caderno de questões, no cartão-resposta, na folha de redação, na folha de rascunho e nos demais documentos do Exame, antes do início das provas

Descumprir as orientações da equipe de aplicação

Recusar-se a ser submetido à revista eletrônica, a coletar o dado biométrico e a ter os objetos revistados eletronicamente

Não aguardar na sala de provas, entre as 13h e 13h30, os procedimentos de segurança, exceto para a ida ao banheiro acompanhado por um fiscal

Iniciar as provas antes das 13h30 ou da autorização

Não permitir que o lanche seja vistoriado

Não permitir que artigos religiosos (burca, quipá e outros) sejam revistados pelo coordenador

Portar, na sala de provas, objetos proibidos pelo edital

Usar óculos escuros e/ou artigos de chapelaria (boné, chapéu, viseira, gorro ou qualquer acessório que cubra os cabelos ou as orelhas)

Não permitir que materiais próprios (máquina Perkins, reglete, punção, sorobã ou cubaritmo, caneta de ponta grossa, tiposcópio, assinador, óculos especiais, lupa, telelupa, luminária e/ou tábuas de apoio) sejam revistados

Portar arma de qualquer espécie

Receber informações referentes ao conteúdo das provas

Realizar anotações em outros objetos ou qualquer documento que não seja o cartão-resposta, o caderno de questões, a folha de redação e a folha de rascunho

Permanecer no local de provas sem documento de identificação válido

Utilizar qualquer dispositivo eletrônico no local de provas

Ingressar na sala com o telefone celular e/ou quaisquer outros equipamentos eletrônicos fora do envelope porta-objetos

Não manter, debaixo da carteira, o envelope porta-objetos lacrado e identificado, desde o ingresso até a saída definitiva da sala provas

Não manter aparelhos eletrônicos (celular e tablet) desligados no envelope porta-objetos desde o ingresso na sala de provas até a saída definitiva da sala de provas

Permitir que o aparelho eletrônico, mesmo dentro do envelope porta-objetos, emita qualquer tipo de som, como toque ou alarme.

Agência Brasil

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Entre os sem trabalho, 12,5 milhões de desempregados mantiveram a esperança e procuraram emprego entre os trimestres encerrado em junho e setembro. Outros 4,7 milhões desistiram de procurar

 

A subutilização da força de trabalho e a informalidade continuam batendo recordes no Brasil, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta quinta-feira (31) pelo IBGE.

No trimestre encerrado em setembro faltou trabalho para 27,5 milhões de brasileiros e entre os que estavam trabalhando no período, 38.806 milhões, o equivalente a 41% do total, eram informais, segundo o IBGE.

Entre os sem trabalho, 12,5 milhões (11,8%) estavam desempregados, mas mantiveram a esperança e procuraram emprego entre os trimestres encerrado em junho e setembro; 4,7 milhões entraram na categoria dos desalentados, pessoas que desistiram de procurar emprego depois de muito tentar e não conseguir;  e 7 milhões trabalham menos horas do que gostariam

Confira os números da subutilização:

12,5 milhões estão desempregados

4,7 milhões são desalentados (desistiram de procurar emprego)

7 milhões trabalham menos horas do que gostariam

3,1 milhões fazem parte da força de trabalho potencial (estão disponíveis, mas não podem assumir uma vaga por algum motivo)

Subutilizado é o grupo que reúne os desempregados, os subocupados – pessoas que trabalham menos de 40 horas semanais -, e os desalentados – pessoas disponíveis para trabalhar, mas que não conseguem procurar emprego por motivos diversos, entre eles, por achar que não vai conseguir.

População ocupada tem recorde puxado por informalidade

A população empregada chegou a 93,8 milhões no trimestre encerrado em setembro, um recorde na série histórica que teve início em 2012, mas a maioria dos novos postos de trabalho é informal.  Em setembro, o país tinha 38.806 milhões de trabalhadores e trabalhadoras atuando na informalidade. O número representa 41% do total de trabalhadores empregados.

Confira os números da informalidade:

11,838 milhões de empregados no setor privado sem carteira assinada

4,536 milhões de trabalhadores domésticos sem carteira assinada

19,504 milhões de trabalhadores por conta própria sem CNPJ

801 mil empregadores sem CNPJ

2.127 mil trabalhadores familiares

O grupo de trabalhadores informais inclui os trabalhadores sem carteira assinada (empregados do setor privado e domésticos), os sem CNPJ (empregadores e por conta própria) e os sem remuneração (auxiliam em trabalhos para a família).

Mais dados no site do IBGE.

 

Portal da CUT

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Desde 2017 a operação “Luz na Infância” desenvolvida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria das polícias civis brasileiras tem registrado um aumento no número de mandatos e prisões relacionados aos casos de pedofilia na internet caracterizados como crimes de pornografia infantil e de exploração sexual.

Realizada em fases, essa operação já conta com mais de 1.100 mandados de busca e apreensão dos suspeitos de praticar pedofilia na internet, sendo que cerca de 546 pessoas tiveram a sua prisão realizada como forma de combate a esse tipo de crime.

A operação se baseia nas informações obtidas na internet pela equipe do Laboratório de Inteligência Cibernética da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça que visa identificar casos em que o suspeito armazena, compartilha e produz material de pornografia infantil, além de praticar o ato ao contatar e encontrar a vítima.

Esse tipo de operação demonstra a necessidade dos pais e responsáveis começaram a observar a maneira como os seus filhos usufruem da internet, pois existem casos em que a pedofilia na internet toma proporções muito além da tela do dispositivo, como por exemplo, o contato do pedófilo com a criança e adolescente na intenção de obter um material de cunho sexual e até mesmo cometer o crime de estupro de vulnerável.

Da pedofilia na internet ao crime de estupro de vulnerável

Existem diferenças entre os termos pedofilia na internet, crime virtual e abuso sexual, mas em muitos casos eles podem estar relacionados, principalmente ao considerar os crimes em que o pedófilo inicia a sua busca na internet por conteúdo sexual infantil e chega até a potencial vítima na intenção de conhecê-la e praticar o estupro. A palestra é parte do projeto de prevenção e conscientização dos pais, professores e jovens contra a Pedofilia na internet, afirma o youtuber, afirma o palestrante e youtuber Wesley Alves que tem realizado nas escolas públicas do sul de Minas Gerais  projetos como o Quebrando o Silêncio.

Que visa desenvolver a prevenção contra a violência e o abuso entre os jovens e adolescentes. A palestra é parte do processo de prevenção e conscientização da responsabilidade dos pais e intendentes em proteger os jovens e adolescentes.

Na palestra contra o abuso infantil o objetivo é compartilhar informações que educam, ensinam e servem como prevenção aos atos que envolvem abuso infantojuvenil. Inclusive, elas podem ser desenvolvidas em escolas, praças públicas, hospitais e outros locais que permitem levar esse tipo de informação para mais pessoas em especial as crianças e jovens contra a pedofilia na internet.

Segundo os dados compartilhados pelo DECA – Departamento Estadual da Criança e do Adolescente cerca de 84% dos pedófilos que acessam conteúdo sexual infantojuvenil podem praticar o estupro de vulnerável caso tenham essa oportunidade.

Geralmente o processo se inicia nas redes sociais cuja o potencial abusador entra em contato com a criança ou adolescente na intenção de obter fotos e vídeos com cunho sexual e após conquistar a sua confiança a convence de fazer um encontro presencial que consequentemente vai servir como ocasião ideal para cometer o estupro.

As ações que podem evitar a pedofilia infantil e o abuso sexual

Diante dos casos de pedofilia na internet que levam ao crime virtual e possivelmente ao estupro contra vulnerável às autoridades indicam a necessidade de os pais observarem de perto a maneira como as crianças e adolescentes usam a internet.

Ativar o controle parental, por exemplo, é uma medida importante que permite aos pais controlarem os conteúdos que os filhos acessam. Além disso, existe a possibilidade de verificar as configurações de privacidade de redes sociais para que as crianças e adolescentes não fiquem expostos a qualquer usuário da internet, apenas conhecidos.

Porém, a melhor opção para evitar esses casos é a conscientização. É importante que as crianças e adolescentes estejam cientes dos perigos que existem na internet e no mundo físico. E a participação em palestras educativas com esse tipo de temática é uma medida importante, pois além de conscientizar podem ajudar a criança ou adolescente a evitar esse tipo de violência. E procurar ajuda das autoridades por se manterem atentos às pessoas que se aproximam delas tanto na internet como no mundo físico.

As palestras de prevenção contra pedofilia na internet

Há 10 anos no mercado de palestras motivacionais o paulista Wesley Alves viaja todo o Brasil para compartilhar conhecimento, motivação e principalmente mudanças.

As suas palestras podem ter temáticas diferentes inclusive sobre depressão, crime virtual e abuso sexual que têm como objetivo conscientizar as crianças, adolescentes e os familiares a respeito das violências que acometem a sociedade em geral. Em 2018 foram mais de 184.524 casos de violência sexual contra jovens e adolescentes, e por esta razão não podemos permanecer indiferentes.

A pedofilia na internet é um assunto sério que pode motivar outros crimes contra as crianças e adolescentes, nesse caso, quanto mais informação e conscientização forem divulgadas, menores as chances desses crimes continuam acontecendo.

Por Karen Sarraf

 

Agência Patrícia Galvão

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O Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Anápolis e Região (Sinteea) realizou junto à Vereadora Professora Geli, nesta quarta-feira (30/10), sessão solene em homenagem ao Dia Municipal dos Auxiliares da Administração Escolar, categoria essencial para o sucesso das instituições de ensino.

 

 

 

 

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Mais de 5 milhões de alunos farão provas nos dias 3 e 10 de novembro

Os mais de 5 milhões de estudantes que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) domingo (3) e dia 10 poderão usar as notas que obtiverem para acessar o ensino superior dentro e fora do país. As oportunidades são muitas e uma das principais condições para participar dos processos seletivos é não tirar zero na redação.

Todas as universidades federais do país usam o Enem de alguma forma, seja como processo seletivo único, seja como uma das formas de admissão. Para ingressar em instituições públicas federais, estaduais e municipais, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que ocorre duas vezes por ano, é uma das principais formas de acesso.

Na primeira edição deste ano foram ofertadas mais de 235 mil vagas distribuídas em 129 universidades públicas de todo o país. Na segunda edição, foram mais de 59 mil vagas em 76 instituições públicas de ensino.

Algumas instituições usam a nota do Enem em processos próprios. Em 2020, a Universidade de Brasília (UnB), por exemplo, deixará de usar o Sisu, mas os estudantes continuarão podendo usar o exame como forma de ingresso.

As instituições particulares também admitem estudantes com base na nota do Enem, seja por meio de programas do governo federal, seja por processos próprios. O Programa Universidade para Todos (ProUni) oferece bolsas de estudos nessas instituições. Neste ano, foram ofertadas, no primeiro semestre, cerca de 244 mil bolsas de estudo em 1,2 mil instituições particulares de ensino. No segundo semestre, o total de bolsas foi 169 mil, em 1,1 mil instituições em todo o país.

Também com base nas notas do Enem é possível concorrer a financiamentos pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Neste ano, foram ofertadas 100 mil vagas na modalidade juro zero.

Fora do país, o Enem também pode ser usado para admissão em universidades. Em Portugal, o exame é aceito como forma de ingresso em 42 instituições de ensino.

Vantagens do Enem

O Enem, que era usado para avaliar os estudantes do ensino médio, começou em 2009 a servir para o ingresso no ensino superior, ganhando uma roupagem de vestibular. A mudança trouxe vantagens, de acordo com especialistas. Não é mais necessário pagar várias taxas de vestibular e viajar o país para ter acesso a instituições de ensino superior.

“Antes, quando havia várias provas, elas eram muito diferentes. Até hoje faço gabarito das provas e digo, com toda certeza, que meus alunos do Rio de Janeiro, de antigamente, não tinham condições de enfrentar uma prova como a da UnB, por exemplo”, diz o coordenador pedagógico do ProEnem, plataforma online de preparação para o exame, Diego Viug. “Democratizou muito o acesso ao ensino superior”, acrescenta.

O Enem pode, no entanto, ser aprimorado, de acordo com Marcelo Lima, vice-presidente de relações institucionais da Quero Educação, plataforma que desenvolve soluções para ajudar escolas a captarem e a manterem os alunos, Uma das mudanças é a aplicação mais de uma vez por ano. “Se o aluno perde a data do Enem, não consegue mais fazer o exame no ano. Isso restringe o ingresso na faculdade”, diz.

Ele defende ainda que outros elementos sejam considerados na seleção para o ensino superior. O ideal, segundo Marcelo Lima, seria o aluno fazer várias provas ao longo do ensino médio. Ele sugere também que se faça análise de nota e da vida estudantil,  observar se participou de trabalhos voluntários e avaliar suas habilidades socioemocionais. O que define o critério para aprovação é ao longo do ensino médio e não uma única prova, conforme disse.

Mudanças

Esta é a última edição do Enem inteiramente de papel. A partir do ano que vem, a prova começa a ser aplicada, ainda em versão teste, digitalmente. Até 2026, as provas deverão ser todas feitas pelo computador. Com isso, a intenção é que o exame seja aplicado mais de uma vez por ano.

O exame também deverá ser reformulado para atender ao novo ensino médio, que ainda está em fase de implementação. Pelo novo modelo, os estudantes terão uma formação comum, definida pela Base Nacional Comum Curricular, e poderão, no restante da formação, escolher uma especialização por itinerários formativos. Os itinerários são: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e ensino técnico.

A intenção é que, quando o modelo estiver em prática, o que deverá ocorrer em 2021, o Enem também se adeque, passando a oferecer várias opções de prova para cada itinerário escolhido pelo estudante, além de avaliar a parte comum.

 

Agência Brasil

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