A Contee e vários sindicatos participarão, no próximo dia 12, segunda-feira, de reunião com o juiz do Trabalho Luiz Fernando Bonn Henzel, em Canoas (RS), para discutir a questão do leilão das unidades da Associação Educacional Luterana do Brasil (AELBRA/ULBRA) nas cidades Itumbiara, Santarém, Ji-Paraná, Porto Velho e Palmas. A decisão foi tomada dia 8, durante reunião, em Brasília, da entidade com representantes do Sindicato dos Professores (Sinpro) e Sindicato dos Auxiliares de Administrção Escolar do Estado (Sinaae) de Goiás, Sindicato dos Auxiliares de Administração Escolar de Minas Gerais (SaaeMG), Sindicato dos Trabalhadores em Escolas Particulares de Palmas (Sintepp), Federação Interestadual dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino do Centro Norte (Fetraeep) e  Federação Interestadual dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino do Brasil Central (Fitraebc).

 

 

O leilão está marcado para o próximo dia 16. As entidades querem garantir que sejam respeitados os direitos dos 1.206 trabalhadores, que estão inclusive ameaçados de demissão. “O juiz Henzel, da 3ª Vara do Trabalho do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, emitiu um fevereiro uma nota pública de esclarecimento manifestando preocupação com a situação dos empregados”, comentou o coordenador da Secretaria de Assuntos Jurídicos da Contee, João Batista da Silveira. Ele informou que a reunião com o juiz foi marcada pelo Sinpro do Rio Grande do Sul.

Para o consultor jurídico da Contee, José Geraldo Santana Oliveira, não há “nenhuma garantia de que os profissionais de educação escolar serão mantidos no emprego, o que poderá resultar na imediata rescisão de seus contratos pelos novos proprietários das unidades da Aelbra/Ulbra, após o leilão”.

Também participaram da reunião Alan Francisco de Carvalho (Contee, Sinpro GO e Fitraebc), Rodrigo Pereira de Paula (Contee e Fetraeep), Carlos Roberto dos Passos (Sinaae e CUT GO) e Aníbal Fontoura (Sintepp).

 

Carlos Pompe da Contee