O Jornal CTB lança, a partir desta terça (12), o espaço “CTB com a Palavra”, no qual dirigentes da Central poderão refletir sobre a conjuntura e a resistência. O entrevistado desta edição é o presidente da CTB Goiás, Railton Souza.

 

Acompanhe a íntegra da entrevista:

Jornal CTB – Como avalia a trajetória da CTB nestes 10 anos?

Railton Souza: Com o compromisso de ser uma central classista, que promove a unidade e defende a unicidade sindical, nestes 10 anos, a CTB confirmou o legado da Corrente Sindical Classista e das demais forças que participaram de sua fundação e se firmou como uma central sindical consequente e de luta. A CTB é uma grande conquista da classe trabalhadora e muito nos orgulha fazer parte desta história.

Jornal CTB – O que fazer para enfrentar a agenda regressiva de Temer?

Railton Souza: A agenda reopressiva imposta pelo ilegítimo Michel Temer faz parte de uma pacote maior e que tem o apoio do capital internacional, que jogou com a desestabilização não só no Brasil, mas em toda a América Latina. Isso começou em 2013 e proseguiu de formar brutal até a consagração do golpe em maio de 2016. Barrar a ofensiva conservadora no Brasil é a bandeira principal da classe trabalhadora. e a CTB tem como orientação resistir a todo custo. Somente com unidade, organização e muita luta conseguiremos barrar essa agenda e inaugurar um novo ciclo no país. Por isso 2018 é uma ano tão central para a nossa luta.

Jornal CTB – Quais os caminhos para vencer os desafios de hoje?

Railton Souza: Com luta e ocupando as ruas, do campo e da cidade, avançaremos contra a agenda regressiva de Temer. E essa luta passa pela mobilização, comunicação e organização do conjunto da classe trabalhadora, em especial da juventude. A comunicação é outro setor que precisamos energizar. O movimento sindical precisa de uma comunicação ágil, arrojada, ampla e criativa. Nossa presença e diálogo com a sociedade precisa derrubar muros e disputar o pensamento nos diferentes espaços. A CTB tem feito um importante trabalho, o Jornal Diário é um exempo, mas precisamos ir cada vez mais longe.

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