As escolas só poderão descontar os dias de paralisação – 23 e 29 de junho – se os professores se recusarem à reposição. Como consta da ata da audiência realizada no Tribunal Regional do Trabalho, dia 05 de junho, “as escolas não efetuarão desconto dos dias parados aos professores que se comprometerem a fazer a respectiva reposição.“

Ao integrar o acordo celebrado no Tribunal Regional de Trabalho, o desconto dos dias parados deixa de ser uma decisão das escolas. Assim, se os professores se prontificarem a repor a atividade, não haverá corte dos salários. A direção da escola até pode optar por não marcar a reposição, mas terá que pagar os dias parados.

Do SinproSP